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domingo, 5 de junho de 2016

Com a faca e o queijo na mão





Olá amigos leitores do Blog, vou fazer uma pequena análise das andanças realizadas e algumas respostas obtidas de pessoas do povo izabelense "SEM VÍCIO" de politica, pois eles não possuem cargos, propostas, acordos ou qualquer outro tipo de "VEDAÇÃO" ao olhos.
De início, pergunto sobre nosso chefe do executivo municipal, "o que acham do governo?", "foi bom ou ruim?"...
Das respostas não me surpreendi, pois a nossa percepção é a mesma, devido morar e trabalhar na cidade e sabemos a realidade encontrada.

AS RESPOSTAS

Descobri que o povo NÃO ESTÁ SATISFEITO com o atual prefeito, mesmo reconhecendo a existência de coisas boas, pois nunca alguém será somente maldade ou bondade.
Muitas pessoas querem UM NOVO CANDIDATO, nada de passado ou mesmo o atual, querem alguém limpo, e que possa dar uma QUALIDADE DE VIDA MELHOR PARA O POVO, e deixam bem claro, que se não for bom ou excelente será mais um candidato sem grandes expectativas.
Percebi, então, que o POVO quer mudança.

MUDANÇA DE PARADIGMAS

Querem um governo EXTRAORDINÁRIO!
Não querem mais um governo meia boca ou que cumpre somente as obrigações e não surpreende.
Querem AVANÇO, EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EDUCAÇÃO, SAÚDE e RUAS BOAS.
Na verdade, querem uma prefeitura com eficiência e qualidade nos serviços.

CONCLUSÕES

Diante do cenário do município e da vontade popular "sem paixões", podemos dizer o O PRÉ-CANDIDATO OPOSITOR está com a faca e o queijo nas mãos, bastando saber cortar na hora exata e servi -lo para o povo, e claro não deixar de trabalhar e manter o seu POTENCIAL, bem como manter acessa a ESPERANÇA DO POVO na mudança de um sistema político velho e sem novidades.
SUCINTAMENTE querem UM GOVERNO EMPREENDEDOR!

Um comentário:

  1. O povo (onde estou incluído), tem toda a razão de almejar melhores dias e o desenvolvimento do seu município e quase sempre acredita que mudando o gestor tudo está resolvido. Poucos levam em conta porém, que existe um outro poder (o Legislativo) que tem igual responsabilidade para realizar as necessárias mudanças. Enquanto não entendermos que devemos exigir políticas bem planejadas e objetivas, que nos levem ao pleno desenvolvimento, ficaremos a cada quatro anos cobrando, falta de emprego, buracos de rua, melhor educação a ineficiência desse ou daquele gestor.

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