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quinta-feira, 21 de julho de 2011

DISCUTINDO O CONCEITO DE PATRIMÔNIO HISTÓRICO


Como historiadora, não posso me eximir da discussão que foi gerada a partir da publicação de uma nota sobre PATRIMÔNIO HISTÓRICO em um jornal local de Santa Izabel do Pará. O mesmo registrava o seguinte: "Patrimônio histórico não é o que se guarda na memória, mas o que está tombado oficialmente". Quero, aqui, definir esta palavra:

- "Patrimônio Histórico pode ser definido como um bem material, natural ou imóvel quepossui significado e importância artística, cultural, religiosa, documental ou estética para a sociedade. Estes patrimônios foram construídos ou produzidos pelas sociedades passadas, por isso representam uma importante fonte de pesquisa e preservação cultural".

O patrimônio, tombado ou não, continua fazendo parte da história de uma sociedade.Sendo uma ponte centenária, a PONTE TIBIRIÇÁ já deveria ter sido tombada, mas o poder público se exime de sua responsabilidade. O povo, bestializado, aceita a destruíção, pois não é suficientemente esclarecido da importância histórica daquele lugar.

Le Goff, famoso historiador francês, já dizia que o monumento evoca o passado, sendo o vestígio humano de uma memória. Assim, o monumento lembra as características de uma sociedade. Nossos vestígios históricos estão sumindo, nossa história sendo suplantada por uma onda de completa ignorância. Os jornais, que deveriam veicular a verdade, levam ao povo informações distorcidas para beneficiar e justificar as ações do poder público. Os nossos representantes políticos precisam estudar mais, se especializar e se tornar profissionais de verdade, e não meros ocupantes de cargos políticos que viabilizam benesses pessoais.

fonte: blog tantas historias.

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